
Arte-educadores vão às ruas da cidade ao encontro dos meninos e meninas, estabelecendo uma relação de confiança e respeito para construir junto a eles, alternativas de projeto de vida.
Na bagagem levam metodologias de educação popular, Circo social, teatro do oprimido e a predisposição de uma escuta ativa para compreender a realidade da garotada.
No desejo, a possibilidade de articular os sistemas de garantia de direitos que possibilitem o seu acesso de maneira mais humanizada... à escola, às unidades básicas de saúde e aos hospitais, aos equipamentos culturais e aos espaços de lazer, sem discriminação, substituindo recolhimentos e encaminhamentos burocratizados de crianças e adolescentes pelo acolhimento que acompanha de modo contínuo.
O olhar, atento à criação de redes sociais que possibilitem ações articuladas, complementares e sinérgicas.
Na perspectiva junto aos meninos, estender o arame, amparar a travessia e orientar o salto...
O restante corre por conta da criatividade, os desejos e o fazer dos meninos e meninas...
Adolescentes e jovens em situação de rua reconstroem seus projetos de vida a partir da percepção de si como sujeitos de direitos e ocupam diversos espaços de convivência, participação e controle social, resignificando os espaços públicos.
Ações e projetos desenvolvidos
Ação do NEPaR nas ruas e no CDC (pão para o Mundo)
Trabalho de prevenção às DST AIDS (PN UNDOC/UNICEF)
Fórum permanente de meninos e meninas em situação de rua (rede rio criança)
Redes e incidência política pela garantia de direitos da infância (Fórum DCA, CMDCA, detalhar elaboração da Política de atendimento e o relatório paralelo ONU, GT Jovens Rua AIDS junto ao SUS)
Se Essa Rua Fosse Minha |